skip to main |
skip to sidebar
Encontrei-te.
Tu.
Aqui. Ao meu lado.
E eu não te via.
Até me rio.
Aqui. Estás aqui.
Amo-te.Foto minha.
Esta é a capa do meu 4º livro de poemas. Da Editora Apenas Livros.
A ser apresentado na Noite com Poemas na próxima 5ª feira às 21h30 na Biblioteca Municipal de Cascais em S.Domingos de Rana.
Prefácio do meu filho Gustavo Lebreiro.
Rio-me.
Rir é uma terapia.
Assim como escrever.
Cada um ri
ou escreve
dando o seu melhor
e isso é imenso.Este é o meu último post neste espaço.
Obrigada pelo carinho com que me visitaram e comentaram.
Continuarei no romãs, no porti e no através da minha lente
Por enquanto.
Existe quem tenha grades
invisíveis
e só veja
nem o que pode
mas o que quer
e isso é pouco demais
chama-se egoísmo.
É nada.Foto minha.
...não saber das horas que marcam os relógios.
...é nem recordar o rosto...Foto minha.
A minha calma
vai serenando as tuas lágrimas
pelo tempo
que dura a eternidade.Foto minha.
...é escrever o que deve ser dito cara a cara.
Hoje apetece-me navegar.
No mar.
Dentro de um barco.
Cambalear de vómitos
e lançar-me borda fora.....
Trago este poema
escrito em mim
em folhas soltas
perdidas
e gastas
mal se consegue ler
mas eu trago-to,
envolto em ternura
e em carinho
num sem palavras
de cem abraços
e beijos.
Trago-te este poema
só,
só...
porque te amo
porque eu sou
o teu reflexo.A foto é minha
Mereço.
Sei que mereço.
O quadrado do cateto
do raio....
E o raio que é
o que o parta
devo merecer também.
Claro que sim.
Mereço.
E mais o raio que o parta.
O quadrado do raio...
A liberdade não é assim.
Não existem grades
o pensamento flui
as palavras não têm amarras
nem o futuro
se confina
entre paredes
A liberdade não é isto.
A liberdade é ser uma onda
uma voz e um canto
um verso
e um reverso
a liberdade é
ser EU!Foto: Maria Clarinda
...calar a volúpia e guardar um pouco de açúcar para o Inverno...Foto: José Arroteia
Porque tenho dúvidas que o amor exista, este é o momento de fazer uma pausa e talvez voltar, ou não.
Até.Foto: José Arroteia
O tempo escoa-se
nas paredes filtradas
de memórias
e lança num imenso
desconhecido
a perturbação inerente
à saudade futura.
Quanto mais avanço
mais recuo
menos sei,
mais silencio
e menos quero
menos falo,
quanto mais avanço
mais procuro
e menos entendo,
menos desejo
para mais longe fujo.
...deixar que o tempo ilimite o espaço.